Como reduzir o risco: um plano de ajuste de horários por escrito, validado pelo seu médico, um organizador de comprimidos com alarmes, medicamentos sempre na bagagem de mão e receitas médicas digitais traduzidas.
5) Mais quedas e confusão em ambientes desconhecidos.
O que acontece: Hotéis e ruas desconhecidas (iluminação, degraus, pisos escorregadios) + jet lag = triplicando o risco de quedas. O esforço cognitivo extra reduz a atenção.
Como reduzir o risco: Permaneça no térreo ou utilize o elevador, procure barras de apoio no banheiro, use calçados antiderrapantes, certifique-se de que o caminho até o banheiro esteja livre à noite e use bengala ou andador, caso já utilize um.
6) Impacto econômico e logístico de uma emergência no exterior:
O que acontece: Cobertura limitada para condições preexistentes, pagamentos antecipados, barreiras linguísticas e evacuações médicas muito caras.
Como reduzir o risco: Se você for viajar, verifique por escrito a cobertura para condições pré-existentes, coparticipações, limites de evacuação e a rede de hospitais; registre sua viagem na embaixada e leve um resumo médico em seu idioma e em inglês.
Isso significa que você não pode viajar?
Não. Significa viajar de forma diferente:
Dê preferência a destinos próximos (3 a 4 horas) e climas temperados.
Escolha viagens rodoviárias com paradas a cada 90 minutos.
Considere cruzeiros com serviços médicos a bordo, caso seu médico aprove.
Planeje sua viagem para as épocas de transição (evite temperaturas extremas e multidões).





